Autor: Espaço Jaeger

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Espaço Jaeger
24 de outubro de 2020

Sorriso Gengival: o que é e como tratar

Quando você sorri mostra muita gengiva? Isso é o que chamamos de sorriso gengival!

O sorriso gengival é uma exposição exagerada da gengiva. Mais comum em mulheres, o sorriso gengival causa uma alteração estética por não trazer equilíbrio entre dentes, gengiva e boca. Essa exposição da gengiva pode ser identificada quando a gengiva, ao sorrir, fica “maior” que 4 milímetros. Existem várias causas mas as mais comuns são: problemas musculares, esqueléticos ou gengivais.

Alterações como: hipertrofia gengival, distúrbios hormonais, lábios pequenos, excesso maxilar, hiperatividade dos músculos elevados e coroa dos dentes curta também resultam em sorriso gengival.

O sorriso gengival afeta a vida social, autoestima e confiança das pessoas que por muitas vezes passam a não sorrir mais.

Vamos ver alguns tratamentos que podem ajudar a melhorar esses aspectos da vida de quem sofre com esse problema. Lembrando que o dentista irá explicar o melhor tratamento para cada caso.

A ulotomia (ou gengivoplastia), por exemplo, remove o excesso do tecido da gengiva.

Esse procedimento envolve a periodontia e é realizada no próprio consultório. O dentista descola suavemente a gengiva e assim expõe mais os dentes. A anestesia usada é local e a cicatrização leva de uma a duas semanas.

Depois disso, é recomendado o suporte a cada três meses. Essa cirurgia leva muitos pacientes a aumentarem sua autoestima. Eles até conseguem se relacionar mais com as pessoas, pois ficam mais confiantes com o um resultado harmônico e natural.

Em casos de sorriso gengival com mais de 8 milímetros, é indicado a realização da cirurgia ortognática com um cirurgião dentista bucomaxilofacial. Nesses casos, acontece a remoção e reposicionamento do osso.

Existe também a aplicação de toxina botulínica – botox. É feita uma aplicação de botox no músculo que traciona o lábio superior quando a pessoa sorri, então ele “trava” o lábio e não expõe a gengiva. Mas ele não é definitivo, tem que ser reaplicado a cada quatro meses, aproximadamente.

Algumas vezes, é recomendada a combinação dos tratamentos para um resultado melhor.
Antes da cirurgia
Para todos os procedimentos citados, é necessário que o paciente não tenha biofilme dental (placa bacteriana), assim se previnem doenças bucais.

A boa higienização é mais do que necessária nesse tipo de cirurgia. Também não são indicados para pessoas fumantes, gestantes, com diabetes, com hipertensão ou que apresentam algum tipo de alteração na coagulação sanguínea.

Depois da cirurgia
A ulotomia e a aplicação de toxina botulínica são minimamente invasivas, então não causam inchaço e nem dor. É muito importante que sejam seguidas as recomendações para o sucesso completo.

A higiene da boca é essencial. As orientações devem ser seguidas à risca – tanto é que o dentista pode escolher não fazer a cirurgia se achar que o paciente não vai cooperar.

Já a cirurgia ortognática tem um pós operatório mais complicado. Por se tratar de uma cirurgia que trabalha com o osso, o inchaço é natural e como em qualquer outra cirurgia mais invasiva, os resultados são vistos após seis meses.

A alimentação também merece cuidados. É recomendável uma alimentação leve, com alimentos líquidos nos primeiros dias e macios nos dias que seguem.

Nos primeiros sete dias, evitar: esforços físicos, ingestão de bebidas alcoólicas e exposição ao Sol.
Ficou com dúvidas? Gostaria de saber qual é o melhor tratamento para o seu caso? Deixe seu comentário, dúvida que esclareceremos com o maior prazer!

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Espaço Jaeger
10 de janeiro de 2018

Língua, ela pode revelar muito sobre a sua saúde!

Se você pensa que ela serve apenas para sentir os sabor dos alimentos, saiba que a língua pode revelar muito sobre a sua saúde.
A língua (que é um músculo) exerce papéis importantes; atua na digestão dos alimentos, coordena nossa fala e também age como guia para verificarmos nossa saúde em geral. Ela pode avisar sobre uma febre ou até mesmo em casos de anemia, gastrite ou diabete.
No caso de uma anemia, um dos primeiros sinais é atrofia da língua, ou seja, ela fica lisa, parece perder as papilas. Também é comum sensação de queimação na hora de se alimentar. Essa ardência também aparece em pessoas que estão desenvolvendo diabete. A alteração da glicose é capaz de gerar formigamento, boca seca, além de danos à gengiva.
O aparecimento de manchas ou placas brancas também é um sinal de alerta. Pode ser indício de uma infecção fúngica, como a candidíase, ou uma deficiência na imunidade, situação comum entre portadores de HIV. Acontece que, muitas vezes essas características significam apenas uma deposição de alimentos (saburra) nada que uma boa higiene bucal não resolva.
A medicina chinesa utiliza ha milênios a avaliação da língua, verifica cor, rachaduras, lesões e saburra. Os chineses enxergam em sua superfície uma projeção de outras áreas do organismo – a parte da frente reflete coração e pulmões; o centro, o sistema digestivo; e o fundo, os genitais. O corpo pode expressar suas aflições de diversas maneiras e a língua é uma delas.
Por isso diante de alterações persistentes ou recorrentes é importante procurar o dentista ou médico para o correto diagnóstico. Somente esses profissionais poderão lhe dar o correto diagnóstico, orientações e também os tratamentos específicos para cada alteração que a língua pode sofrer.
O autoexame da língua é fundamental! Cuide da sua saúde, cuide da sua língua!

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